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Iniciativa do Cefet/RJ é reconhecida por igualdade de gênero na educação básica

Publicado: Segunda, 30 de Outubro de 2023, 20h27 | Última atualização em Segunda, 30 de Outubro de 2023, 20h34 | Acessos: 777

A equipe “Mulheres negras fazendo ciência”, que engloba três projetos de extensão da Uned Maria da Graça, teve seu trabalho selecionado entre os 10 melhores do país em igualdade de gênero na educação básica. A premiação é do site Gênero e Educação, que integra, atualmente, as ações do projeto Gênero na Escola. Ao todo, 125 projetos concorreram ao edital. O resultado foi divulgado no último dia 23 de outubro e teve transmissão pelo canal da Ação Educativa no YouTube (confira a partir de 1h50min do vídeo).

Os projetos da instituição reúnem 30 alunas da Uned Maria da Graça e são coordenados pelas professoras Luciana Ferrari Cabral e Mariana da Silva, do Cefet/RJ, em parceria com a docente Ana Nunes e a doutoranda Aline Dejosi, do Instituto Nutes, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). “Essa vitória impulsiona o nome do nosso projeto nacionalmente e se destaca por receber apoio de um fundo internacional de apoio à educação de meninas”, comemorou Luciana Cabral.

Na UFRJ, o projeto também existe com o nome “As incríveis cientistas negras: educação, divulgação e popularização da ciência”.

Sobre o prêmio

O edital Igualdade de Gênero na Educação Básica está na terceira edição e, em 2023, teve como propósito destacar o enfrentamento contra o sexismo, o racismo e a LGBTQIAfobia nas escolas. Conforme os organizadores, os trabalhos escolhidos entre os dez melhores se destacaram pela criatividade e pelo compromisso com os temas abordados. 

A iniciativa é realizada pelo site Gênero e Educação, que reúne conteúdos informativos, pedagógicos, de reflexão e de ação política, produzidos pela associação civil Ação Educativa e por entidades parceiras, em prol da igualdade de gênero na educação. O Fundo Malala, que apoia o prêmio, foi criado pela ativista paquistanesa Malala Yousafzai, vencedora do Prêmio Nobel da Paz e reconhecida por sua atuação pelo direito à educação de meninas e mulheres.

Acesse o site Gênero e Educação e confira o resultado.

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